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domingo, 7 de agosto de 2011

CONVITE À REFLEXÃO

Os que andam abraçados com os antigos comunas tem que ser identificados como simpatizantes do Muro de Berlim e toda a história do comunismo mundial

(*) Por: Lino Tavares

   Embora enquadrado no gênero jornalístico opinativo, esse texto difere de seus congêneres, porque a opinião a que se propõe despertar aqui não é a do articulista e sim a do leitor. É um artigo em forma de questionário, que tem como objetivo levantar questões polêmicas ligadas ao governo de exceção vivido no Brasil entre 1964 e 1984.

   A finalidade da matéria é acender a luz da razão, na mente de cada leitor, de modo a lhe proporcionar a oportunidade de tirar por si só, sem a interferência de terceiros,  as conclusões capazes de lhe permitir formular um conceito lógico e razoável acerca daquele período conturbado da vida nacional.

   Vamos aos fatos !

   Quando aconteceu o Movimento Revolucionário desencadeado em 31 de Março de 1964, que culminou com a deposição do presidente João Goulart, havia ou não um movimento ideológico, patrocinado por Moscou,  visando à implantação da Ditadura do Proletariado no Brasil , sem qualquer resistência em contrário por parte do governo vigente ?

   O governo revolucionário que assumiu a chefia da Nação, na ocasião, caracterizava ou não uma forma de ditadura destinada à perpetuação de alguém no poder,  semelhante àquelas do "ditador único", de que são exemplos clássicos a espanhola do general Franco, a cubana de  Fidel Castro, e a chilena de  Augusto Pinochet ?

   Os presidentes militares, uma vez substituídos no poder, levaram para casa ou não algum tipo de privilégio,  e algum deles multiplicou ou não o seu patrimônio pessoal, valendo-se do cargo exercido na mais alta magistratura da Nação ?

    Todos os que combatiam o chamado "Regime Militar" o faziam ou não em prol da  redemocratização plena do Brasil, ou havia quem também se voltasse contra o poder vigente com algum outro objetivo que não fosse exatamente esse ?

    Agora uma pergunta final, dirigida especialmente aos que, à luz dos questionamentos acima, acham que, na época em questão, o Brasil corria o risco de ser `comunizado`, o governo revolucionário não caracterizava uma ditadura típica, os presidentes militares não tiraram nenhum proveito pessoal em função do cargo exercido, e nem todos os que se opunham ao governo o faziam em prol da redemocratização do país. Eis a pergunta:
    
  É possível condenar,  na plenitude, a Revolução de 1964 e o Regime que lhe sobreveio,  sem se sentir um cidadão afim com agentes comunistas da época e, por extensão,   com coisas como o Muro de Berlim, o Paredão de Fuzilamento de Fidel Castro, o Massacre de estudantes chineses da Praça da Paz Celestial e os Campos de concentração da Sibéria ?  
      
(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Copa 2014: tudo em segredo!

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OS DOIS CELSOS

Mais um "ministro-residente" na da Pasta da Defesa


(*) Por: Lino Tavares


Considerando a enorme extensão territorial que possui, com milhares de quilômetros de fronteiras e costa marítima, além de ser o atual detentor das maiores reservas florestais e minerais do planeta, o Brasil deveria ter na Pasta da Defesa um de seus principais ministérios, sendo confiado a alguém com grande conhecimento acerca dos misteres inerentes à segurança nacional, a exemplo do que acontecia na época dos três ministérios militares, quando cidadãos fardados com total conhecimento de causa conduziam com muito acerto esse importante campo da vida institucional brasileira.

Dede que se criou esse Ministério essencialmente civil, nosso país perdeu o rumo na sua política de segurança externa, pelo fato de não ter sido administrado, até hoje, por um verdadeiro líder sem farda, dotado dos pressupostos desejáveis, para conduzir a Marinha, o Exército e a Aeronáutico em perfeita consonância com aquele padrão operacional indispensável a instituições armadas incumbidas de tão importante missão constitucional.

Não bastasse a tentativa fracassada de subordinar as Forças Armadas a um ministério único, iniciada na gestão FHC e continuada no governo Lula, o Brasil revelou-se ainda mais decadente nas questões de segurança e relações externas, quando confiou o seu Ministério das Relações Exteriores ao senhor Celso Amorim, que outra coisa não fez no curso de sua pálida atuação a não ser acumular fracassos. Entre eles, vale lembrar a ocupação indevida da Embaixada Brasileira, em Tegucigalpa, como abrigo do deposto presidente de Honduras, Manuel Zelaya, além das trapalhadas chanceladas pelo então presidente Lula, na constrangedora política de apoio a líderes totalitários, com sérios prejuízos ao conceito do Brasil junto às nações livres e democráticas.

Confirmando a tese de que esse importante órgão do governo nasceu fadado a ser uma figura decorativa do poder armado a serviço do nada, a presidente Dilma Rousseff resolve nomear para a Pasta, em substituição ao demissionário Nélson Jobim, a figura patética desse
ex-chanceler da 'era Lula', amado e venerado por irrequietos vizinhos como Hugo Chávez e Evo Morales, por sua postura servil de "brasileiro bonzinho", tipo aqueles 'cabeças de bagre' da bola que, além de não jogar nada, deixam o adversário jogar.

A pergunta que fica é: "Será que quem permitiu a invasão de uma pequena embaixada brasileira por um foragido da lei de seu país, reúne condições para garantir a soberania desse "Baita Chão" repleto de riquezas chamado Brasil ? E, para "não dizer que não falei das flores, um questionamento final: Quem contratou o pior "Celso", neste início de agosto, a Dilma Rousseff, com o seu "Amorim", ou o Grêmio com o seu "Roth"?

(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

De volta ao "lar da impunidade"

(*) Por: Lino Tavares


Quando um candidato a senador, deputado ou vereador pede o meu voto, diretamente ou através da propaganda eleitoral, devo acreditar que o postulante a uma cadeira no legislativo federal, estadual ou municipal está me dizendo que, uma vez eleito, assume o compromisso de me representar numa dessas esferas do poder, pelo tempo de duração do mandato que lhe for outorgado pelos que, como eu, nele votarem.


Se é assim, qualquer descumprimento nesse sentido, por parte do eleito, representará a quebra de um acordo tácito implícito na democracia, que é por definição um regime essencialmente representativo. Exceto – é claro – se esse mandato for interrompido por motivo de saúde, morte ou cassação do parlamentar em causa.
Afora isso, qualquer forma de afastamento de um representante do povo do lugar onde deve estar, ainda que com o respaldo da lei, não passa de um golpe aplicado no eleitor a quem representa, o que é no mínimo uma falta de respeito para com aquele que, em tais circunstâncias, terá feito 'papel de palhaço', comparecendo à urna para escolher alguém cuja representatividade parlamentar lhe poderá ser 'surrupiada' ao sabor de um casuísmo qualquer.


O casuísmo a que me refiro outro não é, à luz da razão, senão a nomeação de senadores, deputados e vereadores para os cargos em comissão do poder executivo, notadamente os de ministro, secretário de estado e secretário municipal. Como considerar justo e ético o fato de o presidente da República, o governador e o prefeito poderem "roubar" de milhares de eleitores aquele cidadão que assumiu o compromisso de lhes representar nas esferas do poder legislativo ?


É verdade que o parlamentar que aceita o cargo de governo que lhe é oferecido também tem sua parcela de culpa nessa zombaria oficializada contra aqueles que votam. Mas temos de convir que ele tem boas razões para isso. A principal delas é que, um vez atuando no poder executivo, poderá usar o cargo para objetivos inconfessáveis, tendo como "porto seguro", se demitido pelo ato ilícito, à volta ao parlamento, onde a imunidade parlamentar – mãe generosa da impunidade – lhe aguarda de braços abertos.


Não deve ter sido por outro motivo que o ex-ministro demissionário dos Transportes, Alfredo Nascimento, de volta ao Senado, estufou o peito, dizendo em plenário que foi como "pedir a instalação de uma CPI contra si mesmo" o fato de haver colocado à disposição da Procuradoria-Geral da Republica – a mesma que se negou a denunciar o já esquecido Antônio Palocci - o seu sigilo fiscal e bancário, subestimando à nossa inteligência ao tentar fazer crer que dinheiro mal havido vai parar em conta bancária do país e é lançado nos ativos financeiros da Declaração do Imposto de Renda.


(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor.

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domingo, 31 de julho de 2011

Propaganda inócua



(*) Por: Lino Tavares

    Alguém precisa procurar o Ministro da Defesa , Nelson Jobim, e aleretá-lo de que aquela propaganda do Serviço Militar, que está sendo veiculada em horário nobre, na televsão, custando certamente uma fortuna para os cofres públicos, não tem a menor razão de ser, porque não conduz a lugar algum, dada a inconsistência de seu conteúdo vazio, encenado acerca de algo que não existe e nunca existiu.

    A data de apresentação para a seleção de conscritos consta no Certificado de Alistamento Militar, que é expedido de forma individual e não coletiva, como tenta fazer crer aquela pulblicidade mal elaborada, produzida sob total desconhecimento de causa.

     Até quando o dinheiro arrancado de nossos bolsos, através de impostos injustos, continuará sendo usado neste país para coisas inócuas capazes de gerar lucro para todos, menos para quem paga a conta dessas gastanças feitas por agentes púlblicos incompetentes e/ou desonestos, que ocupam espaço no governo não para governar em proveito da população, mas para se perpetuarem no poder e, em muitos casos, nele se locupletarem multiplicando o patrimônio individual e  o de seus parentes e apadrinhados ?

(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor.

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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Decepcionado com a Dilma


(*) Por: Lino Tavares

Como diz o adágio popular, "nada melhor do que um dia depois do outro."

Até ontem, um jovem, filho de um casal amigo meu, revelava-se fervoroso defensor da turma do PT, tipo esses que distribuem 'santinho' em tempo de eleição e discutem com fanatismo, defendendo aquilo em que acreditam.

Recebi desse moço várias mensagens, classificando-me de reacionário e injusto por criticar, na mídia, o Governo do Lula e da Dilma, que, na opinião dele, estariam mudando o Brasil e tirado milhões de brasileiros da extrema pobreza.

Tentei convencê-lo, repetidas vezes, de que isso é uma grande mentira, sustentada como verdade pela propaganda enganosa do governo, em conluio com a mídia mercenária, que fatura milhões em cima disso.

Como se revelava persistente no seu caótico ponto de vista, acabei desistindo de tentar lhe abrir os olhos nesse sentido.

Ele é funcionário da UNIPAMPA - Universidade do Pampa, campus de Alegrete, na Fronteira-Oeste gaúcha. 

Hoje, para surpresa minha, recebi desse rapaz a seguinte mensagem, "chutando o balde petista" e admitindo, enfim, que andava na contramão da verdade, em relação ao governo a que tanto defendia.

A mensagem Recebida

Assunto: Lino, agora estou do teu lado !

A "Estela" quer congelar nosso salário até 2019. 

To do teu lado agora. Fora terroristas. kkkk

Estamos em greve na UNIPAMPA assim como na maioria das Federais.

Não têm grana pra reajustar nossos míseros R$ 2.000, que a depender deles fica assim até 2020, enquanto no senado eles mesmos se aumentaram 67%. E o escândalo dos transportes? E a nossa grana que vai no trem bala, copa do mundo???

Isso pode parecer pouco, mas não deixa de ser um sinal de que, a exemplo desse jovem, os milhões de brasileiros que vivem "anestesiados" pela lavagem cerebral da propaganda oficial, possam acordar desse pesadelo mascarado de sonho e, por fim, iniciar uma reação necessária contra esse estado de coisas que aí está, protestando, de forma massiva, contra esse bando de canalhas que tomou de assalto o poder, usando o lado mais vulnerável da democracia:

o populismo eleitoreiro.

(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Um Povo Politizado?


Por: Delmar Antonio Marques
    Sou obrigado a concordar com os que consideram o atual governador do Rio Grande do Sul um sujeito abominável, que infelizmente foi eleito governandor dos gaúchos, mas para mim não passa de um corrupto da pior espécie.

   Quando ministro da justiça, demonstrou ser uma pessoa sem noção e  sem caráter,  apesar de  esclarecido, uma vez  que é formado em ciências jurídicas e sociais e deveria ter noção da burrada que fez com relação à concessão de refúgio ao criminoso Cesare Batistti, que agora é como se fosse cidadão brsilileiro.

     É preciso que se saliente ainda a participação nesse lamentável episódio, de outras pessoas mais perniciosas ainda do que Tarso. Refiro-me  a Lula e aos ministros do STF, que também deixaram de sanar o erro de Tarso, tornado possível a permanência definitiva de Batistti entre nós.

    Eu não sei como o povo gaúcho, que se diz politizado, foi votar em massa nessa pessoa desclassificada, pelo menos na minha  visão, para ser nosso governador?  Não me lembro se teria sido Pelé que pronunciou a frase: "o brasileiro não sabe votar". Seja lá quem tenha sido o autor da mesma, acho que diz uma grande verdade!

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domingo, 24 de julho de 2011

VERDADES À MARGEM DA MÍDIA



(*) Indicação de Texto e Comentários de Lino Tavares

Essa juíza, que, ao contrário dos que ocupam cargos políticos, teve de prestar concurso e provar competência, para chegar onde chegou, é a verdadeira representante da mulher brasileira esclarecida.

Se chegasse à mais alta magistratura da Nação, certamente exigiria que a tratassem de Presidente, como está nas regras gramaticais do Idioma que falamos, e não de Presidenta, que é um desrespeito à Língua que herdamos de Portugal.

Leia e pense seriamente nas palavras dessa sábia Juiza Trabalhista.

Lino Tavares    

Juíza às Forças Armadas 

Os militares precisam descobrir a força que a instituição tem.

Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das Forças Armadas e sobre a relu­tância dos governos de FHC e de Lula em reajustar dignamente os salários dos militares.

O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a insis­tência em negar os reajustes salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem com­prometer a dignidade de sua existência.

Mas, depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita serie­dade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade.

A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os milhões (ou bilhões?) de reais que se des­viaram dos cofres públicos para os ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas CPIs em andamento no Congresso Nacional.

O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissí­veis entre a PM e as Forças Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte pagadora - a União - visa criar uma situação constrangedora para os que integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar todas as Polícias Militares do país, consideradas forças auxiliares e reser­va do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal).

Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você, leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças Armadas e os militares, a   ponto de o presidente da República sequer re­ceber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucede­ram.

Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo:

1) Porque esses políticos (assim como os 'formadores de opinião'), que falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o Brasil - suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para os seus problemas - e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades. Já os políticos profissionais - salvo exceções cada vez mais raras - passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor idéia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por com­pleto suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pre­tendem governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o assunto. Sua única preocu­pação é ficar rico o mais rápido possível e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstra­ções de luxo e ostentação.

2) Porque eles sabem que durante a 'ditadura' militar havia projetos para o país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que, aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.

3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas existentes. Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.

4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego, índice de pobreza, etc.

5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no trabalho, mesmo entre seus pares. E esses políticos porto não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio desperdício e a sua própria incompetência.

6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras difíceis ou de conceitos abstratos para enganá-lo.

7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo sabendo que não farão jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto, jamais lhes passou pela cabeça pleitear.

8) Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.

9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas  mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que nababescamente com o dinheiro público.

10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem que deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.

11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a guerra, onde ordens emanadas se cumpridas de forma equivocada podem significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota na batalha.

12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.

13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira pela 'janela' ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio.

14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outros a suportar as agruras de locais desconhecidos - e muitas vezes inóspitos -, além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua cidade natal.

15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma e o conteúdo.

16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que, com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já  que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de campanha.

17) Porque eles sabem que para os militares, o dinheiro é um meio, e não um fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil - e não de atos meritórios - o seu instrumento de convencimento a uma população em grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à  corrupção.

18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos Governos Militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo  por inteiro.

19) Porque eles  sabem que os militares passam a vida estudando e praticando, no seu dia-a-dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado.

20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas.

21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida) acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a democracia, e que, por dá cá aquela palha, estão sempre dispostos a perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país.

22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de Estado          espertamente camuflado de 'democracia' (o que vem enfim revelar e legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo povo brasileiro. Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.

23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutavam pela 'democracia', quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos sempre foi - e continua sendo - o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquela que eles afirmam ter combatido.

24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre enxergou a inegável competência dos governos da 'ditadura', graças aos quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim, com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos.

25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus  pendores nada democráticos.

26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem tendências para golpes, só interferem - como em 1964 - quando o povo assim o exige.

27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas são um estorvo para    quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.

28) Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de nossos  problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de nossos governantes e políticos profissionais.

29) Porque eles sabem que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento, pudessem   provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.

30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e às Forças Armadas - por maiores que sejam seus defeitos e limitações – não tem  respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar.

Juíza Dra. Marli Nogueira,
Juíza do Trabalho em Brasília.
Abraços a todos da família militar 

(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor. 

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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Os Aloprados da Dilma.


Desmistificar é preciso. Chega de mentira.           

(*) Por: Lino Tavares

Quando um time não vai bem, a primeira cabeça que rola é a do técnico. E não adianta reclamar. É assim mesmo. Afinal, é ele quem escala o time e orienta seus escalados para a batalha em campo. Gostaria de saber,  então, por que idêntico critério não é adotado em relação a quem "escala" os ministros de estado e os conduz no gerenciamento da Nação ? Lula "escalou" Zé Dirceu para chefe da Casa Civil, que virou "Quartel General" da quadrilha do mensalção, mas acabou isento de  qualquer responsabilidade no escândalo, e ficou por isso mesmo.
    
Agora, o Ministério dos Transportes pega fogo, com denúncias de corrupção sendo noticiadas todos os dias, e o que se diz é que a presidente Dilma está sendo enérgica e correta na apuração dos fatos. Mas ela não deveria ter agido assim na hora de escolher seus auxiliares, ou será que, como seu padrinho Lula, ela também está sendo traída por um bando de aloprados ?

Até quando vamos ser tratados como débeis mentais, nessa tentativa de fazer acreditar que o presidente da República é uma coisa e os seus ministros são outra . Não há como dissociar a figura do comandante da de seus comandados, em nenhuma hipótese. Se assim fosse, os fatos positivos de cada ministério deveriam ser astribuídos ao ministro que o gerencia e não ao governo como um todo.

Logo, essa balela de que a Dilma não está contemporizando os corruptos de seu governo é conversa para boi dormir. Até porque costuma elogiá-los publicamente depois que são afastados dos cargos, à luz de denúncias. Não foi isso que ela fez, lamentando na televisão o afastamenteo de Antônio Palocci, da chefia da Casa Civil ?

(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor.

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quinta-feira, 21 de julho de 2011

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES

(*) Por: Lino Tavares

 Misto de incompetência e revanchismo

Jamais na história brasileira, incluindo as eras monárquica e republicana, as nossas Forças Aramadas foram tão desconsideradas como tem acontecido a partir do momento em que perderam o 'status' de ministério, passando à condição de simples comandos militares, subordinados a uma pasta inoperante, apelidada de "Ministério da Defesa", confiada a cidadãos civis que se sucederam no cargo, sem revelarem um mínimo de vocação e competência, para atender à demanda dessas Instituições Militares, no tocante às suas necessidades essenciais voltadas aos fins a que se destinam.

Como se não bastasse o sucateamento bélico a que se acham submetidos, colocando em risco a defesa e a soberania da Pátria , Marinha, Exército e Aeronáutica convivem hoje com um processo de depreciação, orquestrado à guisa de revanchismo por parte de antigos militantes da extrema esquerda, que hoje, encastelados no poder e ungidos pelo populismo eleitoreiro, querem se vingar das Forças Armadas brasileiras, pela "ousadia" de, em passado recente, terem impedido que consumassem suas ações de 'entreguismo' pátrio à "Ditadura do Proletariado" do tempo da Guerra Fria.

Um dia Geraldo Vandré escreveu no verso de sua canção "Pra não dizer que não falei das flores": Há soldados armados, amados ou não, quase todos perdidos, de armas na mão. Hoje a colocação do compositor se aplica, com extrema propriedade, não aos soldados, mas os chefes civis sem farda que tentam comandar, do alto de seus cargos em comissão – que dispensam prova de competência e nível mínimo de formação intelectual - Instituições armadas dependentes de profundos conhecimentos técnicos, para serem consideradas aptas ao fiel cumprimento de sua incomum missão constitucional

Poderiam ser citados vários equívocos decorrentes da "ingerência" do poder civil em assuntos que deveriam ser tratados à luz de conhecimentos essencialmente militares, como a demarcação equivocada da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, denunciada na época pelo então comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno. Outro é aquela propaganda sobre o Serviço Militar, veiculada diariamente na TV, em que um militar explica a um grupo de jovens alistados que observem em seus certificados de alistamento a data de apresentação para a seleção.

Isso, aos olhos de alguém que prestou o serviço militar e até mesmo de um simples conscrito recém alistado, apresenta-se como um disparate , revelando total desconhecimento de causa sobre o assunto. O Brasil inteiro sabe – menos quem deveria saber – que o alistamento militar é um ato isolado, feito em diferentes datas dentro do prazo previsto em lei, o que inviabiliza a formação de um pequeno contingente como aquele que aparece na referida propaganda, "sob o comando" de uma austero "personagem fardado", que tenta lhes explicar - suscitando um sonoro e ridículo "Sim Senhor !" - algo que eles já sabiam, posto que isso é feito pelo agente público da Junta de Serveço Militar, no ato do alistamento. 
(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor.

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terça-feira, 12 de julho de 2011

O MEDO DA CARA NOVA





* Por Maria Marçal

Hoje escutei no rádio sobre a intenção da Presidenta personificar seu governo de acordo com sua "Cara".

Diria que, à princípio, toda e qualquer relação socioafetiva somente vinga se houver confiabilidade; se nos entregamos com transparência, fidelidade, honestidade e mais alguns requisitos da família da dignidade.

Mas, nesse caso em especial, em que Dilma chegou ao poder pelas mãos de Lula, sendo "escondida" a realidade de endividamente extremo do Brasil, onde o discurso do governo anterior basificou a economia, sedimentou obras sociais, costurou riquezas advindas do petróleo como nunca visto e hoje voltamos a ter uma gasolina caríssima...

Fico pensando que não sei qual seria a "Cara" da Presidenta Dilma, com a qual tive o prazer de trabalhar na Assembléia Legislativa quando era do PDT e eu exercia o cargo de Secretária administrativa da Direção do Partido. Naquela época sabíamos qual a "Cara" da Dilma, porque exercia um comando, desbancando quem não conhecia a economia do nosso Estado. Em síntese: era uma líder.

Hoje, se vimos toda essa corrupção às soltas, descobrimos que nossa dívida está em trilhões e não mais bilhões antes dito como pago pelo ex-presidente
Lula, estando sem escolas, sem saúde digna, sem programas claros de reconstrução de um Brasil moderno, sem estradas e com os Poderes seja no âmbito legislativo, executivo ou judiciário visivelmente se preocupando em aumentar seus proventos e não termos mais a quem recorrer por Justiça Social... há que se perguntar:

- Mas que "Cara" é essa que nossa Presidenta irá nos presentear?

Previdência pública: aumentarão tempo de contribuição e diminuirão o salário final;
Programas de saúde/hospitais: nem mais a dengue conseguem combater e não há leitos, não há médicos, não há planos de saúde que contemplem atendimento imediato;
Programa de habitação: o endividamento de quem adquiriu casas populares é alarmante e os juros vem aumentando de mansinho;
Programa de Segurança: nem Exército resolve mais;
Programa de atendimento à Mulher/Direitos Humanos: só vejo a Maria do Rosário em palestras e preparando um próximo pleito por aqui. Os horrores que cabem a essa Pasta resolver, vimos acontecendo pela televisão - leite/sangue derramado;
Programa de Bolsas para "Tudo": talvez seja esse o grande erro do governo petista: alimente, vista e dê moradia a quem não trabalha, aliás contempla outras Categorias, também e com eficácia suprema.

A "Cara" da Dilma futura me preocupa demais...

Se personalizar sua Gestão dando guarida aos Poderes se autolocupletarem com altos salários mais auxílio-alimentação, auxílio-moradia, auxílio-viagens (exterior em preponderância) e discursos para plateias vazias, diria que esse formato tenderá a ruína política de uma Primeira Mulher no Poder Brasileiro.

Quando assisto no Fantástico chamarem advogados para resolver o não-pagamento de um plano de saúde por parte de pais com filho drogado e "acertarem" publicamente uma dívida de mil e poucos reais em dezenas de vezes para que o menino continuasse seu tratamento coberto pela Seguradora me dá vontade de vomitar por termos um Ministério da Saúde, uma Ministra dos Direitos Humanos!! e um Governo que ouvem, discursa em banquetes, assiste impacível as lágrimas de uma família na miséria, quando que o intuito de palanque era de coibir tais barbaridades.

Talvez a "Cara" da Dilma seja apenas adotar um novo modelo de conjuntinho básico: elegante, peças de estilo, retomando assim a um Brasil de brasileirinhas bem vestidas como era aqui em Porto Alegre antigamente, onde as moças desfilavam pela Rua da Praia (Calçadão) em trajes finissimos, atraindo o olhar masculino.

Ainda:

Assisti hoje, também, e talvez por essa razão venho ao meu Blog e ao Dihitt desabafar um pouco sobre aquilo que me torna uma pessoa politicamente incorreta ao "excomungar" esse jogo de enganação para quem mereceria do bom e do melhor desses indivíduos que elegemos e que até o momento só engordam seus salários: um menino que vive no hospital desde que nasceu (6 anos agora) por necessitar de aparelho para respirar. Uma mãe que percorre quilômetros diários para vê-lo e ela ainda com esperança que um dia seu filho possa sair daquele leito e ir respirar o ar da rua...

Que tristeza por aquela mãe, aquele menino e toda equipe hospitar que faz o serviço que deveria ser do Governo Federal, Estadual, políticos (afinal representam o povo).

Por que precisa existir o tal "Criança Esperança" no Governo Dilma?
A rigor, pela campanha, deveria ser extinto porque o Governo Dilma estava pronto para assumir todas as "sequelas" públicas do povo brasileiro.

Não desejo ver a "Cara" nova da nossa Presidenta se persistirem em elevar os preços da comida, ignorarem que empobrecemos em seis meses de forma avassaladora, se permanecerem desconsiderando que riqueza não é e nunca virá de financiamentos para nos auto-sustentar nessa lama de inverdades.

Essa "Cara" nova da Presidenta do Brasil, permanecendo esse quadro corrosivo de injustiça social, posso assegurar que terei medo de conhecer.

* Maria Marçal é administradora do Blog Maturidade.

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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Demóstenes critica livros didáticos distribuídos pelo governo

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

"Milagre brasileiro"

(*) Por: Lino Tavares

Nessa propaganda sórdida patrocinada pelo governo, para enganar o povo, andaram dizendo por aí que os brasileiros que foram tentar a vida nos Estados Unidos estão retornando ao Brasil, porque aqui está melhor de viver do que lá.
 
Mesmo nos áureos tempos da migração de brasileiros para a América do Norte, sempre houve quem desse com os burros n'água, tendo que voltar para o Brasil por falta de competência para trabalhar lá.

É esse tipo de brasileiros que andam entrevistando, para passar a falsa impressão de que o governo do PT transformou o Brasil num paraíso.
 
Qualquer dia vão dizer que já tem americano tentando atravessar a fronteira do México ilegalmente, com o intuito de vir trabalhar no Brasil.
 
Acho que deve ser o salário mínimo de R$ 545,00 e a absorção de mão de obra das obras da Copa de 2014, mais atrasadas que avião de passageiro em aeroporto brasileiro, que devem estar operando esse milagre.

Aliás, vale lembrar que a única coisa capaz de atrair alguém do exterior a vir morar no Brasil é a impunidade.
 
Não existe no mundo, atualmente, um lugar mais seguro para oferecer salvo-conduto a bandidos do que o nosso país, já que o governo e a Justiça, representada por sua Corte Suprema, dão claras demonstrações de que o lugar de bandido é no Brasil.
 
Aí está o caso Cesare Battisti, uma nódoa inapagável da diplomacia brasileira, que comprova sobejamente esse ponto de vista.
 
Isso sem falar nos quadrilheiros do esquema do mensalão, cujas praticas criminosas perpetradas contra o erário estão a um passo de prescreverem, porque jamais houve vontade política e poder judiciário competente para colocar na cadeia o Ali Babá Zé Dirceu e seus 400 ladrões.

(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor.

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Para que e para quem ?


(*) Por: Lino Tavares
     Quando olho o cálculo final da minha declaração do Imposto de Renda e vejo que  existe “imposto a recolher”,  mesmo tendo  sofrido, na minha folha salarial,  o desconto mensal de cerca de um quarto do meu salário, fico possuído de uma indignação tal, que me dá vontade de sair rua afora, gritando para que todos ouçam que acabo de ser assaltado pela Receita Federal  do meu país.
      Mas isso não acontece pelo simples fato de ter que arcar com a pesada carga tributária, pois isso poderia até ser motivo de satisfação, caso existisse a contrapartida desse ônus, em forma de obras públicas e assistenciais compatíveis com a enorme receita tributária arrecadada pelo estado, cujo tesouro nacional virou “caixa única”, destinada a bancar os gastos, não raro injustificados, com a “companheirada” do poder e com seus  colaboradores políticos da iniciativa privada. 

    Em nome desse clientelismo – um vício próprio dos que se elegem devendo favores – estamos assistindo hoje a algo que se poderia  chamar de “leilão do dinheiro do povo”, tendo no martelo aqueles que detêm as chaves dos cofre públicos, oferecendo  “de mão beijada”  os recursos do erário a quem, dotado de poder de barganha, se dispuser a hipotecar ampla, total e irrestrita solidariedade aos que, encastelados no poder, pintam e bordam no exercício da coisa pública, como se estivessem administrando um cassino clandestino. 

    Por conta desse caos administrativo pleno de mazelas  indescritíveis ,  temos que assistir de braços cruzados, fingindo-nos de tolos, por não ter a quem apelar, a fatos estarrecedores, como a comentada participação do BNDS, injetando dinheiro público na anunciada fusão do Grupo Pão de Açúcar com o Carrefour,  prenúncio do surgimento de mais um “monstro avassalador” do mundo empresarial, bem como a liberação de recursos públicos por parte da prefeitura de São Paulo, para a construção do estádio do Corinthians, como se o clube pelo qual torce o ex-presidente Lula fosse um “filho único” da Federação Paulista de Futebol, com direito a usufruir sozinho dos recursos gerados pelos impostos pagos por palmeirenses, são-paulinos  e torcedores dos demais clubes de São Paulo.

     Diante dessa farra representada pela gastança governamental desenfreada , que vai desde a “compra de parlamentares no congresso”, da era mensalão,  até a injeção de dinheiro público nas entidades privadas dispostas a barganhar, política e/ou financeiramente, a perpetuação no poder dos que aí estão, paira na mente de cada contribuinte deste país uma pergunta que não quer calar: “afinal, eu pago imposto para que e para quem ?"

(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor.

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domingo, 26 de junho de 2011

Leucemia Institucional

(*) Por: Lino Tavares


Não resta a menor dúvida de que os remanescentes da guerrilha comunista, derrotada no Brasil nas décadas de 1960 e 1970, estão usando a liberdade democrática de que desfrutam, graças à própria derrota que sofreram, para pôr em prática um revanchismo covarde contra aqueles que não lhes permitiram consumar seu crime de traição à pátria, pela entrega servil de nossa soberania aos ditames da ditadura do proletariado comandada por Moscou.

Isso ficou patenteado de forma insofismável no programa “Jovens Talentos”, comandado por Raul Gil no SBT, levado ao ar dia 25/06/2011, sob a proposta de serem cantadas pelos calouros somente músicas de protesto – coisa permitida no tempo do "Regime Militar", mas proibida na "democracia" de hoje – usadas na trilha sonora da novela “Amor e Revolução”, veiculada no mesmo canal de TV.

Com o objetivo claro de desmoralizar as Forças Armadas, que sempre representaram heróico foco de resistência contra as tentativas inglórias de transformar o Brasil numa “Cuba gigante”. um exótico corpo de balé, insinuando trajar a farda do Exército, de forma avacalhada pelo uso de tênis no lugar do coturno, rebolava como vedete em teatro de revista, no decorrer do programa, enquanto um calouro cantava a canção “Pra não dizer que não falei de flores”, de Geraldo Vandré, que traz na letra, entre outros idiotices, a frase “nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição: de morrer pela pátria e viver sem razão”.

O exótico espetáculo, além de outras desfeitas recentes que atentam contra a imagem de nossas Instituições Armadas, com a conivência explícita dos poderes constituídos, como a concessão da mais alta distinção da FEB ao ex-guerrilheiro comunista e entreguista José Genoíno, atuam a todo vapor, neste país, como se fossem glóbulos brancos destruindo os glóbulos vermelhos, enfraquecendo a saúde da nação de modo a levá-la a uma situação de “leucemia institucional aguda”, tornando-a vulnerável dianto do antigo projeto de fazer do Brasil o grande curral totalitário das velhas oligarquias de extrema esquerda.

Se nada for feito para brecar essa “Intentona do século 21”, com certeza os agentes desse "golpe mascarado de democracia" conseguirão chegar lá bem antes do que nasçam os nossos primeiros netos ou bisnetos.

(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor. 

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sábado, 25 de junho de 2011

Sobre o Texto "Cesare Batistti e os Companheiros do Brasil.

               Opinião do leitor sobre o Caso Battisti.

Lino Tavares, tomo a liberdade para tecer alguns comentários sobre o texto de sua autoria: "Cesare Battisti e os companheiros do Brasil", veiculado na Gazeta do Povo, de Curitiba.

Realmente foi um disparate as condutas temerárias de Tarso Genro e Lula da Silva, no que diz respeito a não extradição do criminoso italiano, Cesare Batistti, para a Itália, na forma solicitada, em face de os dois políticos, com aquele comportamento expúrio, haverem rasgado o Tratado Internacional de Extradição, existente entre os dois Países, usando mais o coração do que a razão, ou seja a amizade pessoal, em vez de aplicarem o direito internacional no caso concreto.

Com essa conduta ilegal, ambos criaram um desnecessário conflito internacional entre Brasil x Itália, que poderá gerar problemas diplomáticos de difícil solução.

Foi uma demonstração de que o presidente e o ministro da justiça de então não estavam maduros o suficiente para serem investidos nos cargos de tamanha envergadura e responsabilidade, que ocupavam na ocasião.

Por outro lado, o STF tem uma grande parcela de culpa, pois, na ocasião da análise do conflito, abriu mãos de suas prerrogativas, com o fito de não desautorizar as pessoas de Tarso Genro e do ex-presidente Lula, sem levar em conta os erros que ambos cometeram, uma vez que, naquela ocasião, poderia ter resolvido a questão, se porventura tivesse extraditado Cesare Battisti.

Não o fez porque é um Tribunal político, com membros nomeados pelo presidente da república, que comem pelas mãos do chefe da nação.

É uma vergonha, como diz Boris Casoy.

Isso é o nosso Brasil!

Att.
 
Delmar Antonio Marques de Souza.

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Autoridades destituídas

(*) Por: Lino Tavares

Nos idos tempos do patriotismo verdadeiro, tinha-se nas autoridades constituídas o grande referencial daquilo que se entendia como noção de cidadania e civismo.

O delegado de polícia, o juiz da comarca, o padre da paróquia, o prefeito da cidade e os membros do legislativo municipal eram vistos como exemplos a serem seguidos.

Há cerca de três décadas atrás, a partir da reabertura política que propiciou o retorno do Brasil à plenitude democrática, começaram a figurar nos noticiários de rádio, jornal e televisão, de forma assustadoramente crescente, notícias sobre desvios de conduta por parte de ocupantes de cargos nas autoridades constituídas de poder. 

Práticas condenáveis, como estupro, formação de quadrilha, exploração sexual de menores, tráfico de drogas e associação ao crime organizado, passaram a ganhar manchete, não raro, com o envolvimento de representantes do poder público.

Após assistirmos à queda de um presidente da República, por atos incompatíveis com a investidura do cargo, reacendeu-se entre nós a chama da esperança, fazendo crer que, a partir de então, não mais haveria lugar para a impunidade dos que delinquem em pleno exercício do poder. 

Mas essa esperança caiu por terra, quando assistimos estupefatos a impunidade triunfar, naquele monstruoso crime de lesa-pátria, conhecido como mensalão, que voltou a escandalizar a mais alta magistratura da nação, tendo à frente o principal homem de confiança do presidente da República, que se auto isentou de qualquer
responsabilidade, sob a cantilena do "eu não sabia".

Para sepultar de vez o restinho de credibilidade que ainda nutríamos em relação aos poderes constituídos, assistimos agora à Suprema Corte brasileira contemplar irresponsavelmente verdadeiros desacatos às leis, como a concessão do visto de permanência em nosso país do terrorista italiano Cesare Battisti, bem como a legalização da "Marcha da maconha", em nome de uma estranha liberdade de manifestação, que nada mais é do que apologia ao crime, na sua forma mais clara e insofismável. Isso posto vale conjeturar: será que vivemos sob a égide de autoridades constituídas, ou o que temos hoje neste país são autoridades destituídas.? De espírito ético, de bom senso e de compromisso com os cargos que ocupam ?

(*) Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor.

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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Manchetes...


(*)Massucatti Neto

Dilma fará 'rodízio' de ministros na coordenação

Deixa eu explicar:


A presidente Dilma Rousseff pretende remodelar as reuniões da
coordenação política de governo e incluir ministros fora do núcleo
duro nos encontros semanais que ocorrem no Planalto para tratar da
agenda prioritária, informa reportagem de Natuza Nery, publicada na
Folha desta quarta-feira

Ninguém verá os ministros nos espetos ou nos roletes (infelizmente),
apesar de suas contas estarem bem gordas


Documentário busca a verdade sobre o ET Bilu; veja
Folha on line


Busquem conhecimento", disse o personagem que ficou conhecido como ET
Bilu, em um vídeo que virou fenômeno na internet. O produtor de vídeo
Fernando Motolese e o hacker Vinícius K-Max seguiram o conselho à
risca e correram atrás da história do suposto ET. Os dois estão
lançando a primeira parte de um documentário sobre Bilu e o Projeto
Portal, grupo de pesquisadores que cuida da fazenda onde o suposto ET
teria sido encontrado.

E eu digo BUSQUEM O QUE FAZER, que coisa é essa ET Bilu, isso é nome
de cachorro, o pior não e isso, vejam essa:


Os dois conseguiram, então, a autorização para visitar a fazenda do
Projeto Portal. "Nos primeiros quatro dias de expedição, aconteceram
fenômenos impressionantes. Uma fenda se abriu no céu e vimos luzes
inusitadas. Ficamos impressionados"

Isso não lembra Lucy in the Sky in Diamonds, rs.....

Greve do Serviço Funerário acaba, mas ainda atrasa enterros


Segundo os funcionários das agências municipais que atendem os
familiares (fazendo agendamento de velório e enterro, compra de
flores, caixão, etc), o atendimento é feito normalmente, mas o
transporte ainda está atrasado. A prioridade é dar conta dos pedidos
de transporte que foram feitos ontem e ainda não foram cumpridos.
Funcionários de duas agências disseram que há mais de cem corpos
aguardando transporte em toda a cidade e que os motoristas não estão
dando conta.
Aos familiares, a orientação é alertar que não há prazo para pedidos
de remoção feitos hoje (veja abaixo). Uma família que queria fazer um
enterro hoje, às 17h30, foi comunicada que seria impossível conseguir
o transporte do corpo a tempo --o enterro, então, foi remarcado para
amanhã cedo.

ATENÇÃO ATENÇÃO...NÃO MORRA SEM AGENDAR...isso é piada, humor negro da
pior espécie, ... a velha máxima descanse em paz já era, pois até
para morrer tem que esperar na fila

ai acontece isso ó:

Com greve do Serviço Funerário, dentista vela mãe em asilo

José de Souza, que elaborou a nota de contratação de funeral foi
meticuloso. Escreveu que Alice Fonseca Hernandes morreu de
insuficiência cardíaca, coronariana, miocardioesclerose e
insuficiência renal. Descreveu todos os detalhes do sepultamento e do
velório, mas não conseguiu fixar um prazo para a remoção:
"indeterminado". Por causa da greve no serviço funerário.
De acordo com o texto, ao saber da greve e da dificuldade com a
remoção, ela até cogitou contratar um carro funerário de outra cidade.
Disseram-lhe que não podia por causa da lei que garante a
exclusividade do serviço para a autarquia municipal.
Pensou, então, em levar no próprio carro o corpo da mãe ao cemitério
da Freguesia do Ó (zona norte), onde fica o jazigo da família. A
Vigilância Sanitária não permite

Ou seja, tá f....., já pensou a situação, isso é uma máfia das
maiores e mais antigas que temos nesse estado, e o velhinhos,
tadinhos, já estão em asilos animadissimos com a sua situação e ainda
ficam expostos a essa cena depressiva....

Pior é que o parente morre e nem mandar cartas de condolências a gente pode:

Entrega de cartas atrasa até 15 dias, diz sindicato


Correspondências postadas em agências dos Correios de Norte a Sul do
país têm chegado ao destino com até 15 dias de atraso, segundo a
Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos
Correios).

finalizando nossas manchetes


'Se Battisti recebeu visto é porque merece', diz Tarso

O governador do Rio Grande do Sul e ex-ministro da Justiça, Tarso
Genro, comentou no início da tarde desta quarta-feira a concessão de
visto de permanência no Brasil dado ao italiano Cesare Battisti.
"[Se concederam] Então é porque merece, né?"

NÈ.....quem merece é nóis.....né...

tchau...

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Quem é Evo? O receptador....

(*)Por: Massucatti Neto
 
Quem é Evo? O receptador....

Juan Evo Morales Ayma atual presidente da Bolívia e líder do movimento de esquerda boliviano cocalero.
 
Uma federação de agricultores que tem por tradição o cultivo de coca para atender um costume milenar da nação que é mascar folhas de coca. (Piada né...rs) notabilizou-se ao resistir os esforços desenvolvidos pelo governo dos Estados Unidos na substituição do cultivo de coca na província de Chapare por bananas originárias do Brasil.

Morales propõe que o problema da cocaína seja resolvido do lado do consumo, pois o cultivo da Coca seria "um patrimônio cultural dos povos andinos e parte inseparável da cultura boliviana e sua proibição não poderia ser feita através de uma simples regulação estabelecida por uma convenção externa". ...............Ou seja que se danem os outros!

ou seja:

Sou socialista até onde os interesses dos outros não vem contra os meus. Isso é uma pequena mostra de quem é nosso vizinho, parceiro do ex presidente Lula, enquanto isso nosso governo fica de braços cruzados e ele rindo da nossa cara.

É obvio que o povo precisa mascar coca, afinal o povo pobre trabalha de 15 a 18 horas por dia.

Ele tem que lembrar que vive em uma comunidade internacional, que as ações (como a de regularizar os veículos ilegais em seu país) afetam todos seus vizinhos. Soberania sobre o que é dele tudo bem, mas quando ele abre para receber bens roubados para mim ele não passa de um mero e reles....

....RECEPTADOR CONFESSO !!!!! a ser preso pela nossa justiça assim que pisar em solo brasileiro.
 
(*) Massucatti Neto é profissional de segurança privada, entusiasta de assuntos polemicos e um inestimável amigo a mais de quarenta anos. 

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"TÃO RECLAMANDO DO QUE?"

(*)Por: Massucatti Neto


O governo brasileiro mantém conversas intensas com o boliviano para tentar reverter a decisão do presidente Evo Morales, de anistiar os veículos roubados no Brasil e levados ao país vizinho. Com um mercado lícito para os carros, as seguradoras brasileiras temem um aumento nos roubos, o que, por consequência, pode elevar o valor dos prêmios pagos pelos motoristas.


A decisão de Morales foi tomada na semana passada e, ainda na quinta-feira, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), enviou ao Itamaraty um ofício solicitando ação do governo brasileiro. O Ministério das Relações Exteriores já negocia com a Bolívia, mas prefere não se manifestar abertamente até achar uma solução diplomática para o caso.


A visão do governo brasileiro é de que Evo adotou a medida como forma de elevar as receitas no país, uma vez que a legalização dos automóveis aumenta os valores pagos por impostos por seus donos.


Para a Fenseg, "a legalização estimula o roubo de veículos, inclusive no Brasil, compromete a segurança pública e pode impactar no preço".


Fonte:
Danilo Fariello, iG Brasília | 16/06/2011 15:33


Mais uma do nosso irmano Hispano americano Evo, libero geral na Bolivia...Mas estão reclamando do que?

Afinal a bolivia é um país soberano, e ele simplesmente pensa no seu povo..(rs), ou como disse: " ...a população pobre tem direito a ter veículo...".


Mas afinal nosso governo também não usou de sua soberania para dar acolhida e liberdade a um condenado pelo governo italiano, tão reclamando do que? 

Agora mais uma vez vai ficar por isso mesmo, como ficou a intervenção nas instalações da Petrobras, e o nosso governo fez o que....NADA!!!


Mercosul..Mercosul aonde, conversa fiada. Estamos diante de um caso para as cortes internacionais, para interpol, um governo que incentiva a entrada de mercadoria roubada, incentiva o tráfico, a prostituição e tudo mais que não presta.


Esta na hora de pararmos de ficar olhando nossos irmanos fazerem, acontecerem e nosso governos apenas ficar indignado, ou não passaremos como carinhosamente nos chamam de Macaquitos.


(*) Massucatti Neto é profissional de segurança privada, entusiasta de assuntos polemicos e um inestimável amigo a mais de quarenta anos. 

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